5 romances de época para ler

15:20


Romances de época fazem parte de um gênero literário que parece conquistar mais e mais leitores a cada dia que passa. Acho que nunca vi tantos livros desse tipo nas prateleiras como nos últimos tempos. Pensando em indicar alguns bem legais, convidei minha amiga Bruna Curi do blog Escritora Whovian para escolher alguns e escrever esse guest post.
A Bruna tem o blog há algum tempo e é um dos meus favoritos. Sempre que posso dou uma olhada nos posts novos dela (uma salva de palmas pra uma blogueira que consegue atualizar com frequência sem perder a qualidade) para conferir o que ela anda lendo e assistindo.
Aproveitem as dicas valiosíssimas da Bruna e me contem se vocês têm mais romances de época na lista de favoritos!



1) APRENDENDO A SEDUZIR – PATRICIA CABOT
Esse foi um dos primeiros romances de época que eu li e sempre que tenho oportunidade gosto de relê-lo (acho que nunca vou me cansar dessa história). A trama se passa em Londres no século XIX e mostra o dilema da Lady Caroline Lindford: seu noivo está lhe traindo. Cancelar o casamento não é uma opção válida e Caroline não está disposta a causar um escândalo. Ela resolve buscar ajuda com Braden Granville, que é conhecido por ser um dos homens mais sedutores de Londres. Braden começa a dar aulas de sedução para Caroline, mas o que eles não imaginam é que professor e aluna irão se aproximar muito mais do que o esperado.
A escrita da Patricia Cabot (pseudônimo usado por Meg Cabot) é muito envolvente e a química entre os personagens é enorme! “Aprendendo a Seduzir” é um livro que marcou a minha adolescência.

“Durante um baile, Lady Caroline Linford abre a porta de um dos cômodos e flagra seu noivo, o marquês de Winchilsea, nos braços de outra mulher.
Para a sociedade vitoriana do século XIX, tais escapulidas masculinas eram normais, e cancelar o casamento seria impensável. O jeito, decide a jovem, é aprender a ser, ao mesmo tempo, a esposa e a amante, para que o marquês nunca mais tenha de procurar outra mulher fora do lar. Por isso, resolve tomar lições - teóricas, claro - sobre a arte do amor com o melhor dos professores: Braden Granville, o mais notório libertino de Londres.
Logo nas primeiras aulas começam a voar faíscas e as barreiras entre professor e aluna caem.
Escrito por Meg Cabot, sob seu pseudônimo, esse romance vai mostrar que o amor escolhe seus próprios caminhos, sempre imprevisíveis.”


2) E VIVERAM FELIZES PARA SEMPRE – JULIA QUINN
Não posso falar sobre romances de época sem citar a Julia Quinn, ela acabou se consagrando nesse meio com os livros da série “Os Bridgerton” e o “Quarteto Smythe-Smith”. Como sou uma grande fã dessa série escolher apenas um livro foi uma tarefa complicada, afinal de contas todos são muito bons (recomendo todos)! Mas como posso escolher apenas um, o livro que me mais marcou foi: “E Viveram Felizes Para Sempre”, o último volume da série dos Bridgerton. O que eu mais gostei desse livro é que ele reúne 8 contos mostrando a vida de todos os membros da família Bridgerton. Para mim essa foi uma grande maneira de encerrar essa saga, sem contar que foi algo totalmente diferente do que a Julia Quinn vinha fazendo nos livros anteriores.

“Alguns finais são apenas o começo...
Era uma vez uma família criada por uma autora de romances históricos...
Mas não era uma família comum. Oito irmãos e irmãs, seus maridos e esposas, filhos e filhas, sobrinhas e sobrinhos, além de uma irresistível matriarca. Esses são os Bridgertons: mais que uma família, uma força da natureza.
Ao longo de oito romances que foram sucesso de vendas, os leitores riram, choraram e se apaixonaram. Só que eles queriam mais. Então começaram a questionar a autora: O que aconteceu depois? Simon leu as cartas deixadas pelo pai? Francesca e Michael tiveram filhos? O que foi feito dos terríveis enteados de Eloise? Hyacinth finalmente encontrou os diamantes?
A última página de um livro realmente tem que ser o fim da história? Julia Quinn acha que não e, em E viveram felizes para sempre, oferece oito epílogos extras, todos sensuais, engraçados e reconfortantes, e responde aos anseios dos leitores trazendo, ainda, um drama inesperado, um final feliz para um personagem muito merecedor e um delicioso conto no qual ficamos conhecendo melhor ninguém menos que a sábia e espirituosa matriarca Violet Bridgerton.
Veja como tudo começou e descubra o que veio depois do fim desta série que encantou leitores no mundo inteiro.”



3) PERDIDA – CARINA RISSI
Essa é outra série que eu amo, mas se eu tenho que escolher apenas um é “Perdida”, o livro onde tudo começou. Todo mundo sonha em encontrar o amor verdadeiro, a sua cara metade, não é? Esse é o caso de Sofia, uma garota comum do século XXI. O que ela não conseguia imaginar era que iria encontrar o seu verdadeiro amor nos braços de Ian Clarke, um rapaz do século XIX. Vemos os personagens lutando para poder viver esse amor, algo tão grande e profundo que é capaz de superar as barreiras do tempo.

“Sofia vive em uma metrópole e está acostumada com a modernidade e as facilidades que ela traz. Ela é independente e tem pavor à mera menção da palavra casamento. Os únicos romances em sua vida são aqueles que os livros proporcionam. Após comprar um celular novo, algo misterioso acontece e Sofia descobre que está perdida no século dezenove, sem ter ideia de como voltar para casa ou se isso sequer é possível. Enquanto tenta desesperadamente encontrar um meio de retornar ao tempo presente, ela é acolhida pela família Clarke. Com a ajuda do prestativo e lindo Ian Clarke, Sofia embarca numa busca frenética e acaba encontrando pistas que talvez possam ajudá-la a resolver esse mistério e voltar para sua tão amada vida moderna. O que ela não sabia era que seu coração tinha outros planos...”

4) A VIAJANTE DO TEMPO (OUTLANDER #1) – DIANNA GABALDON
Esse é outro romance de época que envolve uma viagem temporal (a personagem Clai está vivendo no ano de 1945 quando é transportada para a Escócia em 1743, através da Craigh na Dun, o círculo de pedras), mas diferente dos livros da Carina Rissi, a série da Dianna tem um tom um pouco mais sombrio. Durante a trama acompanhamos os conflitos entre os escoceses e os ingleses, vemos Claire se esforçando para se adaptar nessa nova época e o seu grande dilema: voltar para Frank, o seu marido, ou deixar-se envolver com Jaime, um jovem guerreiro escocês. A história desse livro é tão envolvente que eu li ele em uma questão de poucos dias, e algo que eu achei interessante foi ver que a série Outlander (está disponível na Netflix, não perde mais tempo e vai logo assistir) está se mantendo extremamente fiel aos livros!

“Em 1945, no final da Segunda Guerra Mundial, a enfermeira Claire Randall volta para os braços do marido, com quem desfruta uma segunda lua de mel em Inverness, nas Ilhas Britânicas. Durante a viagem, ela é atraída para um antigo círculo de pedras, no qual testemunha rituais misteriosos. Dias depois, quando resolve retornar ao local, algo inexplicável acontece: de repente se vê no ano de 1743, numa Escócia violenta e dominada por clãs guerreiros.
Tão logo percebe que foi arrastada para o passado por forças que não compreende, Claire precisa enfrentar intrigas e perigos que podem ameaçar a sua vida e partir o seu coração. Ao conhecer Jamie, um jovem guerreiro escocês, sente-se cada vez mais dividida entre a fidelidade ao marido e o desejo. Será ela capaz de resistir a uma paixão arrebatadora e regressar ao presente?”


5) BELGRAVIA – JULIAN FELLOWES
E eu não podia acabar essa lista sem falar de um dos meus queridinhos: “Belgravia”, de Julian Fellowes. A trama é dividia em duas partes: Bruxelas (1815) e Londres (1840). Esse foi o meu primeiro contato com a obra de Fellowes e foi totalmente surpreendente, o autor criou uma história muito bem estruturada, com relações sólidas entre os personagens e um plot twist incrível! O livro mostra a relação entre duas famílias e como um grande segredo irá mudar essas relações, e enquanto novos amores vão surgindo algumas traições acontecem.

“Uma nova saga histórica, fascinante e irresistível, repleta de segredos e escândalos
Ambientada nos anos 1840, quando os altos escalões da sociedade londrina começam a conviver com a classe industrial emergente, e com um riquíssimo rol de personagens, a saga de Belgravia tem início na véspera da Batalha de Waterloo, em junho de 1815, no lendário baile oferecido em Bruxelas pela duquesa de Richmond em homenagem ao duque de Wellington.
Pouco antes de uma da manhã, os convidados são surpreendidos pela notícia de que Napoleão invadiu o país. O duque de Wellington precisa partir imediatamente com suas tropas. Muitos morrerão no campo de batalha ainda vestidos com os uniformes de gala.
No baile estão James e Anne Trenchard, um casal que fez fortuna com o comércio. Sua bela filha, Sophia, encanta os olhos de Edmund Bellasis, o herdeiro de uma das famílias mais proeminentes da Bretanha. Um único acontecimento nessa noite afetará drasticamente a vida de todos os envolvidos. Passados vinte e cinco anos, quando as duas famílias estão instaladas no recente bairro de Belgravia, as consequências daquele terrível episódio ainda são marcantes, e ficarão cada vez mais enredadas na intrincada teia de fofocas e intrigas que fervilham no interior das mansões da Belgrave Square.”



E aí? Gostaram das indicações de romances de época da Bruna? Já conheciam algum desses títulos? Não deixe de nos contar nos comentários! Ah! Quer ficar por dentro de todos os posts do Nostalgia Cinza? Então assine a newsletter! É só colocar seu email, prometo não encher sua caixa de entrada <3

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3 comentários

  1. Eu li perdida e amei demais, quero ler outras obras do gênero, mas não sabia por onde começar, com certeza irei ler os indicados no post. Ah, outlander tem um tempo que tenho vontade de ler por se ter viagem no tempo o que eu adoro ahahah

    Beijos,
    Pinguimtagarela.blogspot.com.br

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  2. Menina, e se eu te falar que acho que nunca li um romance de época? Já li romances históricos, mas não sei se já li romances de época. E só por falta de oportunidade mesmo, porque adoro romances e adoro romantizar os séculos passados, porque se pararmos pra pensar como realmente era a vida naquelas épocas... Não tão romântico.

    Vidas em Preto e Branco

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